Diego: Se você não quer, você vai me parar… – Diego sorriu a beijando rapidamente e mexendo em seu cabelo. Roberta ainda tentara, por pura birra, fingir que não queria,
esmurrando-o no peito, mas em alguns segundos sentiu seus pulsos cederem, assim como o resto de seu corpo. Estava embriagada pelo cheiro, pelo gosto dele.
E tudo o que conseguia pensar era como tinha sido estúpida o suficiente de não ter provado aquilo antes.
Carla: Roberta, você tá aí? – Ouviu a voz de Carla do lado de fora e parou o beijo, desesperada.
Roberta: E agora? – Perguntou com os olhos arregalados e Diego bufou.
Diego: Vou pra varanda. Dá um jeito de tirar ela daqui. – Ele disse dando um selinho longo na menina.
Roberta se arrumou rapidamente em frente ao espelho e abriu a porta, inventando qualquer desculpa para estar trancada no quarto de Alice. E Carla acreditou.
Os dias se passaram seguindo aquele ritmo: Diego fingia ir pra praia mais cedo, Roberta chegava sempre mais tarde, os dois se pegavam pelos quartos, banheiros e
demais aposentos da casa. Na rua, sempre havia uma boa desculpa para uma fuga rápida, e a noite, sempre ia parar no quarto de Roberta, mais não rolava nada
demais só uns beijinhos. Às vezes os amigos desconfiavam de algo, mas sempre davam um jeito de disfarçar. Nenhum dos dois se permitia parar para pensar porque
estavam agindo daquela forma: Pensar era perder tempo, agir era muito mais divertido.
Roberta: Ai caramba, a Alice ainda vai acabar descobrindo isso! – Roberta reclamou assim que chegou no quarto de Diego, de madrugada. – Ela está mais do que desconfiada!
Diego: Eu reparei… – Diego disse chegando mais perto – Alguém te viu entrar aqui?
Roberta: Acho que não…
Diego: Então vem cá… – Diego disse a puxando pela mão e Roberta sorriu– Esquece que eles estão lá fora… – Disse beijando o pescoço da menina, que já fechava os olhos
– A partir de agora você é só minha, docinho… – Diego sorriu e a beijou, fazendo a garota rir.
Depois de alguns amassos, nada muito além disso, Roberta deitou-se na cama ao lado de Diego e ele a viu fechar os olhos, lutando contra o sono.
Sorriu e a puxou para mais perto, abraçando-a.
Diego: Pode dormir se quiser… – Ele disse baixo e Roberta sorriu.
Roberta: Eu não posso, eu tenho que ir pro meu quarto daqui a pouco. – Ela respondeu sentindo-se incrivelmente confortável ali.
Diego: Tudo bem, eu acordo você quando amanhecer. –Diego disse e deu um beijo na testa da garota, que sorriu, mas não respondeu nada.
Roberta dormiu e Diego acariciava o cabeço e o rosto dela e acabou adormecendo.
Tomás: Diego!
Tomás deu um berro chamando o Diego e entrando no quarto e nem bateu na porta. Viu Roberta e Diego, que pularam rapido da cama em menos de dois segundos.
Tomás: MAS QUE É ISSO?
Diego e Roberta falaram pra ele falar baixo, pois estava falando muito alto.
Roberta: Você disse que ia me acordar! – Reclamou
Diego: Eu acabei dormindo! – Diego alisou o cabelo, impaciente.
Roberta: Eu sabia que não tinha que ter vindo e…
Tomás: Mas… Como? Você estão? Como assim?
Roberta: Não é nada disso que você está pensando, Tomás… A gente não tava…voce sabe! eu só dormi aqui .
Tomás: Mas vocês estão… ficando?
Diego encarou Roberta, que deu de ombros. Já não podiam mais esconder aquilo, não de Tomás.
Diego: Estamos. – Diego respondeu e o queixo do amigo quase abriu uma cratera no chão.
Roberta: Mas ninguém sabe! Aliás, você também não sabe de nada! Você não viu nada, tá me entendendo ?
Tomás: Mas eu preciso dizer isso pra alguém, Roberta Messi e Diego Maldonado estão ficando.
Continua...
Escrito por Sarah

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