terça-feira, 6 de março de 2012

" Amor Estranho "



                                                                      Capitulo 34

Roberta: Diego… 
Diego: Cala a boca. 
Diego sussurrou no ouvido de Robertae rapidamente colou sua boca na dela. Não pediu permissão, entrelaçou rapidamente suas mãos em seu cabelo e acabou com qualquer espaço
que houvesse ali. Roberta sentiu seu corpo inteiro arrepiar quando a língua de Diego invadiu sua boca e tocou a dela. O segurou com força pelo pescoço e intensificou o beijo. 
Nenhum dos dois sabia quem estava mais desesperado por aquilo – Só conseguiam prestar atenção nos corações estranhamente acelerados e no quanto aquilo era bom. 
E por mais que Diego tivesse beijado milhares de garotas, nada se comparava com aquele beijo. Aquela garota sabia o enlouquecer de um jeito irreal. Roberta mordeu o lábio
do garoto devagar, totalmente sem fôlego. 
Diego: Esses motivos foram bons pra você? – Diego perguntou com a boca colada na de Roberta, que riu abafado. 
Roberta:Tá pra existir um cara mais metido que você,Diego.
Diego:Eu não sou metido, sou realista. 
Roberta: Dá pra você calar a boca? 
Roberta perguntou e mordendo o lábio inferior de Diego, que sentiu a nuca arrepiar. 
Diego: Só se você me der um bom motivo. – Ele sorriu e Roberta sentiu borboletas fazerem festa em seu estômago. 
Roberta: Só um bom motivo? 
Diego nunca tinha se sentido daquela forma em relação a uma garota. 
Roberta o puxou devagar e os narizes se tocaram, e na mesma velocidade, encostaram os lábios. Eram como se seus beijos fosse moldado  ou seja eles completavam um ao outro.
Diego parou o beijo sem nenhuma vontade e acariciou o rosto da garota. Aproximou sua boca do ouvido dela e sussurrou: 
Diego: Finalmente, docinho.
Diego e Roberta resolveram irem para a mansão. Ao chegarem na mansão Diego e Roberta começaram a ser beijar novamente aquilo representasse mais do que duas bocas que
pareciam aflitas para nunca desgrudarem, mais do que respirações ofegantes e muito mais do que vários objetos que foram derrubados no trajeto pela casa. Mas quem conseguiria 
explicar, quando os corações batiam mais forte que o normal e seu ódio um pelo outro parecia ter se tornado tudo aquilo que necessitava pra sobreviver. 
Roberta: Ai! - Roberta reclamou quando algo não identificado caiu em seu pé. Ouviu a risada baixa de Diego em seu ouvido e acabou rindo junto. 
Diego: Machucou.

Ele disse num sussurro enquanto beijava o pescoço de Roberta. Não sabiam exatamente há quanto tempo estavam ali, não estavam mais medindo conseqüências de absolutamente nada.
Roberta sentiu sua pele arrepiar com os beijos do garoto e o puxou para mais perto, roçando o nariz no dele. Encostou os lábios suavemente nos de Diego, e fechou os olhos sentindo a 
respiração quente em sua pele. 

Os lábios de Diego se curvaram em um sorriso, continaram com selinhos demorados até que não resistiu em aprofundar o beijo calmamente. Não precisavam ter pressa, o mundo não importava. Nada importava. Roberta percebeu que Diego começara a andar de costas e a puxar com ela, ao mesmo tempo que o beijo ficava mais rápido. Parecia que ele sabia exatamente o que fazer, e como fazer. As mãos de Roberta já passeavam descontroladamente pelas costas de Diego, enquanto ele a deitava sutilmente no enorme sofá da sala. 

Continua...

Escrito por Sarah

Um comentário:

Obrigado pelo comentário ! = )